Confira o que aconteceu no PERS Summit 2018

desenho de um médico virtual
Em Animais - 06-02-2018

Durante os dias 11, 12 e 13 de janeiro aconteceu o primeiro PERS Summit no Brasil! Realizado pela Tecnosenior, na cidade de Gramado, Rio Grande do Sul, o evento reuniu mais de 20 empreendedores do ramo.

 

 

O evento contou com diversas palestras e networking sobre o monitoramento de emergência pessoal e a teleassistência. Dentre essas palestras, temas como técnicas de venda, marketing digital, inovação e cuidados legais foram abordados pelos palestrantes.

 

 

O primeiro PERS Summit sediado no Brasil é um marco que evidencia a força da teleassistência  em território nacional.

 

 

Pers Summit logo

 

 

Tecnosenior

 

 

Fundada em 2011, a Tecnosenior tem como foco desenvolver produtos inovadores para atender as empresas de monitoramento de emergência pessoal. A busca pela convergência entre as necessidades do idoso e tecnologia, proporcionou a criação de um mercado em ascensão. Isso é telemedicina, a tecnologia e o serviço que promete o bem-estar do idoso e a tranquilidade da sua familia.

 

 

Lifelink no PERS Summit 2018

 

 

Sempre por dentro das últimas novidades do mercado,  a LifeLink marcou presença no evento.

 

 

Barbará Ferolla a CEO da Lifelink falou um pouco de sua experiência na PERS Summit 2018;

 

 

“Há tantos anos no mercado, é a primeira vez que discutimos a teleassistência com empresas que conhecem e vivenciam as dores, oportunidades e especificidades do mercado brasileiro. A união e a troca presenciada no PERS Summit BR irá alavancar por definitivo a teleassistência nacional. Juntos levaremos segurança e tranquilidade a todos que querem uma vida segura e independente.”

 

 

“Para a LIFELINK foi extremamente importante ver tantas empresas. Isso mostra que a semente plantada há 15 anos atrás, está pronta para dar cada vez mais frutos.“

 

 

O que é a teleassistência?

 

 

A teleassistência, também conhecida com Personal Emergency Response System (PERS), surgiu nos Estados Unidos em meados de 1972. A partir da observação de um médico sobre índices de hospitalização dos idosos, foram feitos estudos para o desenvolvimento da teleassistência.

 

 

As estatísticas deste estudo mostravam que 42% das pessoas internadas nos hospitais eram idosos. Outra questão levantada era a média de dias que esses idosos permaneciam internados.

 

 

Apesar de todos esses dados, a verdadeira questão levantada por Andrew Dibner, criador do PERS foi: “o que um idoso faria se ele estivesse sozinho e precisasse de ajuda?

 

 

O sistema solucionou alguns dos problemas da telemedicina. Uma pesquisa mostrou que houve redução de 26% do tempo no qual idosos ficavam internados. Além da redução de 26.4% de visitas curtas. Isso se dá porque teleassistência reduz a gravidade dos acidentes pela agilidade no atendimento, diminuindo o tempo de permanência do idoso.

 

 

Além disso, o monitoramento pessoal, uma das vertentes da teleassistencia é uma prevenção comprovadamente eficaz não só na área da saúde, mas também em casos como roubos e sequestros.

 

 

No Brasil, pouco se fala sobre a telemedicina e suas ramificações, mas esse quadro vem mudando pouco a pouco, inovando o sistema de saúde.  

 

 

Se você ficou interessado sobre assunto, falamos em outros artigos sobre a teleassistência e como ela trouxe resultados positivos nos países em que ela existe a mais tempo.

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